Vozes ao Infinito
ao coração que teima em bater!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Eu sei, mas não devia
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Aos solitários
Diante de tantas coisas acontecendo na minha vida e de alguns momentos ociosos, que por sinal são realmente bem-vindos eu resolvi escrever, isso me fez um bem enormee rs:
Aos solitários
Não, não adianta esses ditados clichês do tipo: ”é necessário perder para dar valor” ou mesmo “desapegue disso e daquilo...”, no fundo as pessoas querem alguém de verdade, um relacionamento que valha realmente a pena, não algo utópico, idealizado, mas, enfim, algo sincero, que traga felicidade ao invés de tristeza, sofrimento e decepção. Ninguém vive sozinho, a solidão dói (mesmo naqueles que tem certa dificuldade de demonstrar e falar sobre os seus sentimentos)!
E as pessoas estão cada vez mais sozinhas e descrentes, é verdade! Sem falar do medo e da insegurança que invade o coração daqueles que um dia chegaram a acreditar em juras, promessas de fidelidade e amor eterno.
Alguns se perguntam: - É por que os relacionamentos não são mais iguais aos de antigamente? E eu respondo: - Talvez, mas e hoje em dia?! Hoje em dia circulam por aí manuais de como atrair, controlar, conquistar, e até descobrir as possíveis mentiras do outro (algo digno de vergonha), sem falar nas divergências estúpidas entre homens machistas e mulheres feministas e joguinhos sentimentais que não levam a nada.
E o pior de tudo isso é o fato das pessoas não respeitarem as outras (imagino a tamanha deficiência de superego nelas). Hoje proferir “eu te amo” é tão fácil como dizer “bom dia” e enganar, mentir, dissimular, trair (para a maioria) é mais bonito do que falar a verdade.
Dessa forma os indivíduos que já sofreram uma grande decepção (ou várias consecutivas, o que é muito pior) morrem de medo de serem feridos novamente, pois desaprenderam a confiar e até a diferenciar os seres humanos bons dos ruins! Afinal, é tão fácil confundi-los. E o receio faz de nós seres solitários, sem que muitos compreendam o motivo dessa real solidão.
(Anelize Dias Soares)
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Eu só poderia amá-la
domingo, 8 de janeiro de 2012
Clarice Lispector, “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres”